

Por Priscilla Rios
Tem dias em que eu devia era ficar dormindo. Nem levantar da cama. É aquele dia em que você se sente um lixo, incapaz de conquistar suas metas mais simples. Começa a se perguntar se está no caminho certo; se depois de batalhar por anos a fio pelo que quer (aliás, se é mesmo o que quer..), se vai valer a pena. Nesses dias de desânimo, baixa estima e auto-piedade até o bom humor e o empreendedorismo das pessoas irrita. Só o que eu preciso para voltar a enxergar as cores das minhas ambições é confete. Ser elogiada, ser mimada, requisitada. Coisa de quem precisa ser lembrada de sua importância intergaláctica para a sobrevivência do planeta. E ainda que esses mimos sejam pura ilusão, me fazem acordar heroína no dia seguinte. Capaz de reescrever vários finais felizes para a minha história. É justamente para momentos assim que pintaram e bordaram o ditado: nada como um dia após o outro....

Por Priscilla Rios
Estamos na semana em que o mundo enche as canecas para brindar a queda de
Hoje, lendo a reportagem percebo que as cicatrizes no chão de Berlim (como bem observou Schelp) apontando para onde seguia o muro, são feridas concretadas pelo tempo. O frescor das novas gerações não carregam mais o peso do muro nas costas nem a divisão ideológica do muro na consciência.
O muro só não foi amputado dos programas humorísticos, insistentes no estereótipo de que a mi$éria oriental ainda engorda ao lado e divide planos, curvas e superfícies com a rica Berlim do ocidente.

Por Priscilla Rios
Mulher quando quer uma coisa, ela QUER. Fecha a cara, bate o pé, vira o ‘mimo’ do avesso. Faz o difícil parecer mais fácil só pra mostrar para os amigos.
Mulher quando não quer, NÃO QUER. Complica o simples, dá nó em gota da água, embaralha o pensamento.

por Priscilla Rios